Soneto ConJulgado
Até
onde o juízo pode controlar a forma de pensar quando
Não se
pode mais sonhar ou até mesmo brandar e cantar o amanhã
Logando
em minha mente sem virtualizar onde tentarei melhorar...
Fomentar
e propagar uma maneira mais verdadeira de socializar.
A
demência embutida me vem sobrando e a razão em acreditar
Que
dantes era tão linda e bela, hoje passa à simples e cretina cadela
Onde
direitos e deveres escarram raivosamente em nossas caras
Em uma
sociedade tão subliminar e ingrata, quanto à forma de amar.
Se lhe
assusta minha forma de pensar, POR
FAVOR!
Não
venha me julgar ou conjugar!
Minha futilidade é muito grande para você!
Escrachando justos e louvando os bustos de ladrões, onde os aprendizes amam seus
vilões!
Agredindo minha inteligência e calando minha
voz, com adereços de bisquis e paetês
De uma
alegoria mesquinha e démodé. Oi! Como vai você?!
Rodrigo Bittencourt!
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